Pornôterrorismo, Pós-Pornô e Corpos – Entrevista #2 Hariagi Borba Nunes

Hariagi Borba Nunes é formada em história pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e atualmente é Mestranda pela Faculdade de Educação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

The History Freebooter: Na sua graduação você apresentou um trabalho inédito na UFRGS. Pode falar um pouco sobre como foi realizar essa pesquisa e qual foi o resultado?

Hariagi Borba Nunes: Então, realizar a pesquisa foi bem complexo, bem difícil. Uma parte dos professores que eu falava sobre a ideia achava meio absurdo de se fazer. Eu defendi o TCC em 2016, desde 2014 a ideia de história que me era apresentado no curso tanto nas disciplinas de teoria quanto nas outras não era aquilo que eu entendia como potencialidade dentro da história. Enquanto uma disciplina que problematiza o passado, o futuro e o presente, mas também crias novas perspectivas para todas essas temporalidades. Então eu entendo que a história teve uma potência muito grande e um discurso muito forte e que ela deve então seguir essa lógica e estar sempre se repensando. Então quando me falavam que história era uma ciência ou, ao contrário, só um discurso, também, eu ficava tentando pensar que formas a história poderia auxiliar na construção de novos corpos. E aí quando eu entrei nas Putinhas Aborteiras isso também que foi uma catarse de todos esses movimentos juntos e ‘linkarem’ com o TCC. Quando eu fui para Salvador na apresentação do Desfazendo Gênero, que é um congresso internacional sobre gênero e sexualidade, lá eu conheci pessoas que produziam pós-pornografia e pornôterrorismo. E aí eu vi no pós-pornô e no pornôterrorismo então essa possibilidade de repensar as formas de verdade, as formas de corpo, sem essencialismos, sem universalizações. Quando eu cheguei em Porto Alegre depois de ter visto, sentido e conhecido essa forma de dissidência corporal e pornográfica, eu cheguei aqui e dei essa ideia para minha orientadora. Eu queria fazer um trabalho sobre teoria da história mas que trabalhasse, que fosse para pensar a teoria da história, as verdades sobre o corpo, principalmente sobre os corpos do ocidente que são divididos em homens e mulheres. Pensar raça, pensar sexualidade, pensar aspectos de geração, tudo isso, a partir das corporalidades. Porque para mim a história, quando eu ia fazer uma análise, já pensando em Joan Scott, quando ela ia fazer uma análise’temporal ou até mesmo contemporânea das coisas, ela partia do pressuposto de algumas categorias existentes. A-históricas, por exemplo, homem e mulher, mas a gente pode pensar milhares que a história não repensa, mas que bom que tem repensado nesses últimos anos. Então essa era uma das coisas: como que essas categorias, homem e mulher, segundo Foucault, tão recentes na história do Ocidente. Se a gente for pegar a História da Sexualidade ele vai dizer que essas categorias enquanto discurso científico, médico, jurídico, elas foram construídas, mesmo, a partir do século XVIII. Nessa virada da modernidade. E aí como é que a história, que é uma ciência tão poderosa vai essencializar essas categorias e dizer que, por exemplo, desde a pré-história existiam homens e mulheres. Isso foi uma das coisas que meu TCC tentou descontruir, ou, – não vamos ser tão prepotentes -, mas repensar a ideia de como a história essencializa esses corpos e que existe uma história dessa construção que é a partir do século XVIII e XIX. Existe a história dessa construção dessas corporalidades que precisam ser visibilizadas e depois pensar, então, o pós-pornô e pornôterrorismo que são práticas contemporâneas sobre o corpo, o sexo e as dissidências corporais, para pensar essa quebra epistemológica e antológica da própria historiografia, do próprio repensar a história, da própria teoria da história. Então, foi mais ou menos essa a realização da pesquisa e foi difícil em várias questões, mas ao mesmo tempo minha orientadora e os professores que trabalham com gênero e sexualidade receberam muito bem a pesquisa. Eu lembro que eu fui muito elogiada não só na banca, que era composta por uma professora que eu conheço a muito tempo e que trabalha com interseccionalidade dentro da psicologia institucional, inclusive eu fui bolsista dela por dois anos na psicologia, e ela me ajudou muito a traçar essas teorias, essa parte mais teórica do meu TCC. Mas a outra pessoa da banca era um professor de teoria da história, um professor que se diz neo-marxista, que está dentro desse leque inexistente da pós-modernidade, mas ele é um professor de teoria da história, um professor mais velho dentro do departamento e quando ele leu meu TCC, ele ficou muito surpreso que eu tinha usado Foucault. Uma das poucas pessoas porque Foucault começou a ser utilizado dentro da história, pelo menos na história do IFCH [Instituto de Filosofia e Ciências Humanas] agora. E que bom que ele, inclusive, virou leitura obrigatória de várias disciplinas que antes nem existiam. Mas ele ficou feliz que eu tinha usado Foucault que era uma coisa que ele gostava e que poucas pessoas tinham feito isso num TCC de história. E que eu tinha usado bem. Que ele tinha esperado por esse TCC a muito tempo. [O TCC] foi bem recebido dentro do departamento, pelos professores que são mais abertos, que gostam de teoria, que gostam de gênero e sexualidade e que trabalho por essas questões. Mas eu tenho várias críticas, depois de três anos de como foi produzido [o TCC]. Ele também é uma crítica do que eu critiquei, porque meu TCC ele se propõem a romper com essencializações, mas ao mesmo tempo eu essencializo coisas também. Depois, estudando mais decolonialidade, pós-decolonialidade, a gente percebe o quão eurocentrista se torna esse discurso que se quer anti-eucocentrista. E o resultado até hoje as pessoas lembram. O meu TCC desde 2016 até agora ele teve mais de 700 acessos no portal do aluno. Eu não sei o quanto as pessoas acessam TCC, mas eu acho que foi bastante acesso. 700 é um grande número de pessoas interessadas no tema. Eu acho que pega vários aspectos da pós-pornografia e do pornôterrorismo, eu acho que isso não tem muito bibliografia, eu acho que por isso ele é mais acessado. E até hoje eu sou convidada para falar um pouco. Já fui convidada para ir numa disciplina da FACED [Faculdade de Educação] para explicar um pouco como era a produzir esse TCC. Se foi difícil se não foi. Numa teoria de disciplina de história, também, em Técnicas de Pesquisa. Quando eu apresento em congressos as pessoas ficam “Nossa, que legal! Que inovador, que original!”, mas também não entendem, “Como assim? Pós-pornô? O que isso tem haver com história”. É bom porque daí surgem várias questões e debates, O resultado foi bom. Quando eu entrei no mestrado a ideia era seguir o TCC, mas depois também surgiram outros atravessamentos no tema de pesquisa e fui para outro lado. Porque eu também não gosto de ficar na mesma lógica por muito tempo e outras coisas foram surgindo. Mas é um trabalho que eu amo. Gostei muito de fazer. Todo mundo me perguntava como foi produzir nessas quatro meses que fiquei escrevendo. É o momento de um graduando que você pensa “nossa agora tenhoi que escrever um TCC e isso vai fazer com que eu me forme.” Para mim isso foi super tranquilo. Eu não tive nenhuma crise de ansiedade ou de sofrimento, inclusive eu brincava que eu bebia todos os dias que escrevi, saía para a noite, para festas. O meu TCC precisava desse impulso, dessa quebra de ruptura para ser escrito. Falava sobre o corpo e como é que eu ia ficar sentada, escrevendo olhando para um computador sem que eu mexesse meu corpo e nesse momento eu comecei a fazer teatro, eu saía muito. Então foi assim que eu consegui passar esse processo da escrita que foi bem bom também.

The History Freebooter: Como tu conceitua e como a gente pode entender o que é pós-pornô e pornoterrorismo?

Hariagi Borba Nunes: Pós- pornô e pornôterrorismo, o que são? Pornôterrorismo ele está dentro das teorias da pós-pornografia que seriam práticas sexuais de dissidências corporais que estariam dentro de uma lógica de oposição a pornografia hegemônica, a pornografia comercializada e destinada aos homens cis heterossexuais. A ideia da pós-pornografia é partir da ideia de que a pornografia comercial ela não é feita nem por, nem para pessoas dissidentes. Ela é feita pela norma para agradar a norma. Para agradar o homem cis normativo. O que a gente entender mais ou menos é que os coletivos de pós-pornografia, tanto quanto a teoria pós-pornografica, eles capturam os códigos da pornografia hegemônica , que seriam o audiovisual, as práticas sexuais, e reapropriam e transformam em novos códigos de desejos. Esses corpos gordo, sapatão, trans, negros, com deficiência, corpos que não são desejados nem desejáveis dentro da pornografia hegemônica se tornam então o centro desejável da produção da pós–pornografia. Tanto atrás das câmeras produzindo, dirigindo, fazendo roteiros, quanto os corpos que atuam nessa pós-pornografia. Ela tem dois deslocamentos. Um é na questão do audiovisual e outro é pensar que ela é uma ruptura epistêmica do binarismo homem e mulher. Dos desejos também, heterossexual e homossexual. Na verdade é uma manada queer como dizia o Preciado de desejos sensações, estrategicamente políticos. Então se sabe que o corpo é uma arma política, e o gozo é uma arma política e o sexo é uma arma política. E falar sobre isso fora do espaço privado, publicizar isso, é uma prática política. Eles acreditam nisso. E o pornoterrorismo está mais centrado nessa lógica porém ele é feito com ações na rua. Ele vai ser produzido a partir de ações de cunho artístico, performances na rua, nos centros urbanos, que é essa quebra do privado e do público, também não vão ter corpos heterossexuais, vão ter corpos que pensem outras perspectivas. A corporalidade homem e mulher ela é quebrada, mesmo que for performado por corpos designados homens e mulheres eles tentam, então, quebrar com essa lógica, inserindo a lógica do ciborgue que seria o sujeito que não eh mais humano e nem só máquina, mas que seria um híbrido das coisas, que seria um sujeito que não se sabe mais onde começa a prótese e onde termina a carne. Todas essas grandes metáforas são aplicadas tanto o sujeito ciborgue, quanto as práticas contrasexuais do Preciado são aplicadas nessas praticas pornográficas e pornoterroristas.

The History Freebooter: Tua pesquisa parece estar relacionada a tua identidade e teus interesses pessoais. Como interagem e como é essa relação?

Hariagi Borba Nunes: Desde o início eu senti que a minha pesquisa tinha um objetivo político de falar sobre o meu corpo e o corpo das pessoas que eu amo e que estavam comigo nesse processo. Pessoas que eu me relaciono fora da universidade. Como transformar então uma categoria que é a categoria sapatão, que é uma categoria que é relacionada à mulheres mais masculinizadas e que se relacionam com outras mulheres de uma forma pejorativa que a norma heterossexual usa de forma pejorativa para causar dor e sofrimento. Como é que eu transformava essa categoria e nossas vivências enquanto pessoas que se relacionam com outras mulheres de uma forma política. Acho que todo meu TCC ele também trilha por essa visão das próprias teorias feministas e colocam o sujeito que escreve como [sujeito] político também. Então não é um sujeito neutralizado, nem afastado da escrita ele está dentro da escrita. E é pelo fato dele estar dentro da escrita que ele escreve desse jeito e com essas intenções. Então, acho que sim, o meu corpo estava o tempo inteiro presente, o meu eu estava o tempo inteiro presente na escrita. E foi por causa dessa identidade e dessas minhas relações fora da universidade que eu comecei a questionar a escrita da história a partir de quem eu era, esse sujeito político. Então eu vou lá, vou usar Butler, Scott, Preciado, Haraway, que são teóricos e teóricas do gênero e da sexualidade que vão colocar o pesquisador, o sujeito que escreve, no centro da escrita, com uma potência política de produzir outros questionamentos. O teu corpo te faz produzir outras perguntas sobre o teu objeto. Minha identidade sim estava relacionada de uma forma política. Também não era uma coisa de achismos, de falar do meu corpo, não era um processo também de literatura neutra, mas sim sempre política. Então pensar essa ideia da premissa feminista de que todo corpo é político, é político de uma forma que todas nossas estruturas sociais, nossos marcadores, fazem de nós sujeitos que somos. Não é uma coisa a ser afastada da escrita, mas uma coisa a ser integrada a escrita. E isso torna a escrita potente, porque localiza quem está falando, o lugar de fala digamos, mas na época, então, eu não usei os escritos da Djamila Ribeiro e de outras mulheres negras.

The History Freebooter: De que maneira tu acha que teu trabalho quebra com uma academia eurocêntrica?

Hariagi Borba Nunes: Em vários momentos eu acho que ele quebra a lógica da epistemologia não só acadêmica eurocêntrica, mas acadêmica masculinista e heterossexual. Acho que aí ela quebra, mas o eurocentrismo eu acho que não consegui quebrar. E isso eu percebi depois que eu comecei a ler as teorias da pós-colonialidade e das feministas negras da diáspora. Eu percebi isso depois porque mesmo eu falando, eu analisando corpos europeus do pós-pornô e do pornoterrorismo espanhol. Então eu acho que eu não estava preocupada em quebrar o eurocentrismo. Não enquanto lógica de escrita, digamos das referências que eu usava, porque todo meu referencial teórico ele é eurocêntrico, ele é espanhol e ele é norte-americano, então ele não quebra essa lógica devido aos autores que eu uso. Eu quebro essa lógica pela ideia da escrita da história ser uma história eurocêntrica, masculinizada, branca e heterossexual. Hoje eu tenho várias críticas ao meu TCC por essa razão de pensar que na verdade quando eu falo de homens e mulheres eu também universalizo ao mesmo tempo que eu quero desconstruir, quero pensar a construção desses homens e mulheres que no primeiro capítulo é uma narrativa histórica a partir de Foucault e de Thomas Laqueur, como se constrói, então, esses corpos a aprtir das teorias da medicina, do direito, das instituições de poder e saber, como se constrói essa ideia de homem e mulher. Só que eu esqueço também que essa construção é eurocêntrica. Ela está de um lado do Atlântico, ela está na Europa. Ela opera em corpos brancos, em corpos que foram lidos como homens e mulheres. Mas aí temos os corpos da decolonialidade que são os corpos bestializados, racializados e que não estão dentro desse processo. Talvez eu contei a história e tentei desconstruir a história de homens e mulheres brancos da modernidade europeia e que são lidos enquanto corpos generificados. Mas daí tem aquela grande parte da humanidade que não é lida enquanto homem e mulher porque era lido como objeto, enquanto animal, enquanto um corpo sem gênero. Isso depois com a Lugones com as feministas decoloniais que eu vou trabalhar e já estou trabalhando no mestrado.

The History Freebooter: Qual foi o impacto das intelectuais e feministas negras no teu pensamento e no teu trabalho?

Hariagi Borba Nunes: Eu acho que o impacto das intelectuais e feministas negras, não só negras, mas chicanas e indígenas, eu acho que foi um ruptura na perspectiva feminista, no meu ponto de vista. Porque a própria questão do feminismo se entender como emancipatório, ele parte de um corpo específico que é um corpo branco, heterossexual, mulheres que estão reinvidicando direitos que algumas já tinham como imposição há muito tempo. Por exemplo, a questão do trabalho, que as feministas brancas, na primeira onda, queriam a emancipação do trabalho. De poder trabalhar fora, coisa que as mulheres negras e chicanas, subalternizadas, já faziam dentro da casa dessas próprias mulheres brancas. Outra questão é a questão da sexuliadade, da liberdade sexual de escolher, sobre o seu corpo, coisa que mulheres negras e outras mulheres subalternizadas já tinham, não essa liberdade do corpo, mas uma sexualização do corpo pelos homens brancos e homens negros também. Mas para mim o que mais me fez pensar sobre as intelectuais negras, pensando Sueli Carneiro e Lélia Gonzales que são mulheres conhecidíssimas dentro do feminismo negro e fora do país, na América Latina inteira. O movimento de mulheres negras reconhece a Sueli Carneiro e a Lélia Gonzales como grandes intelectuais. A Lélia, que foi uma intelectual negra e filósofa, ela conceitualizou o conceito améfricanidade. Que seria então priorizar, dar visibilidade que a Améfrica Latina foi construída pelos africanos em diáspora e pelos indígenas que já estavam aqui. Então falar sobre essa Améfrica que ela é esquecida em detrimento da América Latina que é um conceito super europeu. A Lélia trás esse resgate conceitual de uma Améfrica. Como as feministas chicanas e indígenas também trazem o conceito de Abya Yala, que seria também esse nome originário desse território que é hoje conhecido como América Latina. Acho que essas mulheres me fazem pensar várias questões inclusive sobre o papel do feminismo para as questões negras, dentro do movimento negro. Por que as mulheres negras se separam do movimento feminista e vão pensar um feminismo negro? Porque elas não são inimigas dos seus homens, elas são aliadas dos seus homens, porque os homens negros não tem o mesmo padrão de privilégio do que os homens brancos. Inclusive eles estão morrendo, existe um genocídio, a cada vinte e três minutos um homem negro é assassinado no Brasil. Então essas mulheres não estão em oposição aos homens como o feminismo branco se apresentava em oposição ao patriarcado. Elas estão em aliança com esses homens, porque eles estão morrendo e eles fazem parte dessa coletividade que o feminismo negro trás, de pensar o coletivo enquanto proteção contra o terror do estado e do genocídio que esse estado está submetendo a população negra. Eu acho que isso é muito importante quando essas teorias fazem se pensar toda a estrutura que se cria a partir de uma lógica feminista, por exemplo. Eu acho que elas tem me ajudado muito a pensar essa questão do epistemicídio, sobre como o norte mata nossas produções e como quebrar essa lógica do sujeito objeto. Porque muitos de nossos interlocutores,, os sujeitos da pesquisa, são vistos ainda como objetos, e tanto o feminismo decolonial como as feministas negras e intelectuais indígenas, elas rompem com essa lógica. É uma troca não mais um sugar a vitalidade de transformar [elas] em notas de rodapé.

The History Freebooter: No teu mestrado tu fostes para a educação, o que mudou e o que permaneceu na tua pesquisa?

Hariagi Borba Nunes: Eu entrei no mestrado em educação com a ideia de pesquisar pós-pornografia e pornoterrorismo ainda, só que não foi isso que aconteceu. Então eu tomei outros rumos e fui pesquisar a escola dentro da escola. Isso me possibilitou estar em contato com esse lugar que eu já gostava tanto que era a escola pública e o espaço do intervalo que eu acho um espaço de muita potência. O que esses corpos tem a nos dizer e tem a nos ensinar, porque, afinal de contas, é no intervalo que eles se colocam como produtores de conhecimento e é ali que eles são mestres do que eles desejam fazer. Então o que permaneceu foi essa ideia de trabalhar gênero e sexualidade e de trabalhar com as feministas decoloniais.

Mais sobre o trabalho de Hariagi em seu Trabalho de conclusão de curso.

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